É sempre muito mais fácil lidar com o nosso outro eu. Afinal de contas, não somos nós. O nosso outro eu é assim como que um depósito lacrado da nossa má consciência. Atira-se para lá a culpa própria e já está! Nem é preciso juntar água. O espelho pouco nos diz. Bem vistas as coisas, se nos virarmos de lado quase passamos despercebidos e se lhe virarmos as costas ele cai no esquecimento. É sempre muito mais fácil brincar com o nosso outro eu.
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